domingo, 7 de maio de 2017

maio de amor



                                  

E eles crescem. Sim, um dia crescem. E eu  que tenho vindo a crescer com eles, vou aceitando [ devagar ] que nem sempre é possível tê-los, em simultâneo, debaixo da asa. Vou aceitando [ devagar ] que tem de ser só suficiente mantê-los sob a proteção daquele dom que é dado por Deus às mães ao qual chamo olhar invisível maternal, uma simbiose de intuição, poder scanner capaz de atravessar tempo e espaço e capacidade de energizar  mesmo que à distância. E vou percebendo [ devagar ] que eles sabem o caminho de volta ao meu colo, como se tivesse implantado uma bússola interna em cada um dos três. E revejo neles a naturalidade com que assumem rituais de amor que lhes passei desde que nasceram. Hoje, é um dia especial, um dia que culturalmente se assume como Dia da Mãe, e sim é dia da mãe todos os dias,  mas SIM é um dia especial para mim e para eles. O primeiro domingo de maio. | maio de sim. maio de mim| maio que viu nascer a minha mãe, maio que escolhi para casar, aos pés de Maria, maio que me fez mãe pela primeira vez, maio que viu nascer outras pessoas tão primordiais na minha vida. E ao primeiro domingo de maio celebro/ celebramos sempre o AMOR. Este ano entre um brunch sem pressas, uma viagem para ver um jogo do V. com compras só de miúdas pelo meio e ronha de sofá, cumprimos o ritual, não interessa o que fazemos, desde que estejamos juntos!!

terça-feira, 28 de março de 2017

Da transformação

                          

E, hoje, também sabes, que o sofrimento é um motor de transformação na medida em que te afastas dele, ou, na impossibilidade de o fazeres, és levada a transformá-lo em qualquer coisa da qual te sintas digna. 

domingo, 12 de março de 2017

BOLSA DE MÃE - conceito !!


 
                                 
                          
                                       


Segundo dados oficiais, 70% dos pobres no mundo são mulheres, na sua quase maioria, atrevo-me a dizer, são mães sozinhas. Desta vivência e da observância do trabalho de algumas equipas técnicas no terreno nasceu uma ideia pequenina num canto do meu coração. Dessa ideia pequenina foram nascendo algumas acções igualmente pequeninas contando sempre com as ajudas de corações enormes. Um dia, essa ideia pequenina ganhou um nome. Hoje, partilho convosco a BOLSA DE MÃE. 
A BOLSA DE MÃE, pretende ser, não algo que substitua organismos oficiais, mas, tal como o nome indica, ser uma bolsa de oxigénio que actue directamente na vida de famílias que, de forma mais ou menos pontual, necessitam de apoio externo e ajuda no que é básico. A bolsa, apesar de recolher bens de primeira necessidade com caráter geral, direcciona-se desde sempre para a recolha de bens essenciais focados nos recém-nascidos e primeira infância até à adolescência, coisas que são primordiais para ir colmatando falhas mais urgentes.

Dicas de Produtos 

Bens para recém-nascidos e primeira infância [ um apelo especial do meu coração de mãe ] 

- Papinhas
- Leite Adaptado
- Fraldas , toalhitas, produtos de banho, creme hidratante, pomadinha para assaduras
-Leite
-Cereais 
-Papas 

- Material Escolar Diverso, em particular o de desgaste rápido, lápis, borrachas etc

Artigos de higiene:
- Escovas de dentes
- Pasta de dentes
- Gel duche 
- Champô 

- Roupa e Calçado 

Nota: Em nenhum destes produtos interessa a marca

A BOLSA DE MÃE conta com a ajuda da Associação ROSTO e outros membros de equipas técnicas para chegar diretamente aos núcleos familiares que precisam, efetivamente de auxílio. E eu conto com a vossa imensa generosidade de coração para CONTRIBUIREM de acordo com as vossas possibilidades e para PARTILHAREM muito esta ideia pequenina que agora tem um nome, BOLSA DE MÃE !! 

Sinergias - queimar gordura & sono


        


Se o objetivo é queimar gordura, também, precisamos de dormir. Apesar de ambos parecerem não ter uma ligação direta, o sono e a perda de gordura são processos que estão conectados. Dormir bem e ter uma noite de sono de qualidade é extremamente importante, não só para a sua saúde mental, mas também essencialmente para a sua saúde física. 
A única forma de eliminar os problemas causados pela falta de sono e de perder a gordura indesejada é fazer com que as células de gordura se comportem correctamente. Para isso você precisa de dormir com qualidade! É durante o sono que a hormona do crescimento (HC) é produzida e que a síntese proteica ocorre. A sinergia é fundamental. 



Referências:
- Broughton, Roger; Olgivie, Robert (1992). Sleep, arousal and Performance. Birkhauser.
- Hobson, J. Allan (1995). Sleep. W. H. Freeman & Co. New York

sábado, 4 de março de 2017

Reflexão




| Resguarda o teu coração dos rancores, do egoísmo, do pouco amor. Alimenta a tua alma com o que vibra e eleva. Procura o que transmite paz. O nosso tesouro ė o que está dentro de nós. Cuida dos teus sentimentos para que floresça sempre o que ė bom. |  #reflexão

domingo, 19 de fevereiro de 2017

SUCESSO


                            

Os valores socialmente instituídos na nossa vida, nos quais nascemos e fomos educados, implementaram na maioria de nós pelo menos a ideia de que temos de suplantar os padrões existentes na sociedade e assim atingir a excelência. Esta excelência, assim se crê, conduz inevitavelmente a uma maior valorização / reconhecimento,  seja sob a forma de admiração pública, income financeiro, ou outra, o que nos permite obter um maior grau de satisfação pessoal. Isto fez e faz com que algumas pessoas se especializem em áreas nas quais são boas ou nas quais esperam obter estabilidade financeira, ou só porque vamos caminhando no sentido daquilo que esperam de nós social e familiarmente. Mas será esta a opção que nos conduz ao verdadeiro sucesso, aquele que nos preenche num todo? 

Muitos de nós ainda temos presente as respostas a uma pergunta de lugar comum: [ o que queres ser tu quando cresceres ? ] - Bailarina. Bombeiro. Camionista. Médico. Mãe. Político. Diplomata. Princesa. Rei de um reino distante. Na maior parte dos casos estas respostas perderam-se no tempo. O que nos fez abandonar os sonhos que tinhamos quando eramos pequeninos? Onde perdemos nós a capacidade de vermos o mundo com a mente de uma criança? 

Estou certa que, tal como eu,  desde cedo também existia uma voz que vos sussurrava ao ouvido e que vos fazia sonhar com um sem número de coisas que gostariam de alcançar. E todos nos lembramos desses sonhos. E todos fomos crescendo e sonhando [ sonhos ] novos e maiores. Na realidade, eu acredito verdadeiramente que bem no intimo de cada um de nós existe o saber de que tudo está ao nosso alcance. Intimamente todos acalentamos o desejo de ir mais além. Então onde é que o mecanismo emperra? Quando nos rodeamos de limites auto-impostos, boicotando tantas vezes todas as áreas da nossa vida porque nos deixamos submergir pelas dúvidas e pelos medos [ acrescidos pela opinião dos que tudo acham mas nada sabem]. E passamos a achar que os nossos sonhos não passam de fantasias. Duvidamos permanentemente do conjunto de capacidades que dispomos para FAZER. Porque constantemente nos desculpamos com a falta de recursos, sejam eles cognitivos, financeiros, de tempo ou qualquer outro. E como se nada disto fosse já o suficiente ainda achamos que não somos merecedores de coisa alguma e que na realidade tudo é para os outros, e ESTA é a crença que mais nos quebra as pernas na hora de passar à acção. 

E a ti ? Sim, a ti. Quais os sonhos que te guiariam para o sucesso, aquele sucesso que te preencherá o todo, num todo ? Quem és ? O que te move? Porquê ? Para quê ? 

Quantas vezes já te sentaste ao fim de um dia de esforço titânico e percebeste que empenhas diariamente a tua vida e todos os seus recursos consideráveis em prole de objectivos que não têm nada a ver com o teu propósito individual [ aquele que vem lá detrás, de quando em criança tinhas a resposta na ponta da lingua e ficavas sem ar quando dissertavas sobre o assunto deixando os adultos trilhados de espanto ]. Quantas vezes não te revês no que fazes ou nas pessoas que te rodeiam. 

Na verdade, na nossa vida e de forma por vezes inconsciente, reproduzimos padrões, modelos sociais, na esperança que isto nos conduza ao grau de excelência que esperam de nós e que esperamos de nós mesmos. Mas não. Nada satisfaz. Nada está bem. Nunca vislumbramos essa excelência, que outros até nos encontram mas nós não. Por conseguinte não somos felizes. 

O que nos guia para o sucesso, o tal sucesso, é a descoberta do nosso propósito individual. E como sabemos que o encontrámos? Quando o sucesso acontece de forma natural e irreversível. O sucesso que tem pouco a ver com o ego e sim com a descoberta de um EU superior com o qual se experencia a magia da gratidão plena [ aquela que gera lágrimas de inspiração e sobre a qual já muito escrevi ]. Encontraste o teu propósito quando mergulhas num vortex que concilia o instinto e a vocação natural, a mente e toda a dimensão intelectual e o espirito, com toda a vontade e amor. O vortex em que se aliam forças de aptidão mas também de conhecimentos e competências adquiridas de forma sustentada tudo isto misturado com entrega, devoção e A M O R. Este é o lugar onde o S U C E S S O acontece. Acredita. 

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Reciprocidade


                                    


 A palavra reciprocidade sempre exerceu sobre mim um qualquer fascínio. E cada  vez que me cruzo com ela percorre-me a mesma sensação de encanto. Não falo da reciprocidade de quem faz algo para obter retorno, mas de quem nos é recíproco só porque, naquele instante, quer o melhor sorriso em nós, o melhor resultado em nós, a melhor das energias a fluir em nós. E nos momentos em tudo nos parece um deserto, a sensação de reciprocidade representa o impulso que faz caminhar em frente. 

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Deste amor que dava um blog


                         


Dizer isto será, talvez, não ser muito fidedigna. Podias não estar nos meus planos mas, viverias por certo encerrado no fundo do meu subconsciente. Preso a cada insatisfação. Escondido em cada paixão sem substância. Na escuta silenciosa das minhas dúvidas. Na resposta em surdina do porquê de uma tão grande falta de sensação de plenitude. Tu existias num outro plano, de bases comuns é certo mas, um plano que ainda não era o meu. Não sei precisar quando me apaixonei por ti, ou talvez saiba. Mas sei que naquela noite de Inverno fazia frio, muito frio. Quando saímos para a rua, daquele chá de menta que dura até hoje, ao sentires o meu tremor envolveste-me nos teus imensos braços e caminhámos assim quase em silêncio. Nessa noite fomos invadidos pela sensação de já termos caminhado assim antes noutra vida. Nos dias de hoje, quando caminhamos assim a passo invade-nos, por certo, o mesmo sentir.

in memórias [ notas soltas ] 


domingo, 12 de fevereiro de 2017

A P R E N D E R

                                        
   
E é com a vida de todos os dias [ a tua ] que aprendes que [ o amor calcula as horas por meses, e os dias por anos e cada pequena ausência é uma eternidade] . E é com a vida de todos os dias [ a tua ] que aprendes que as mulheres, aquelas que são verdadeiras fortalezas, amam, desistem, recomeçam, cuidam-se e cuidam, são perseverantes independentemente dos abismos que encontrem. Com a vida de todos os dias [ a tua ] aprendes que nela não precisas de muitas pessoas mas precisas de te sentir rodeada das pessoas que te são muito, das que cuidam de ti, das que se reservam de humildade, de consistência, das que são amor sob todas as formas. Com a vida de todos os dias [ a tua ] aprendes que toda a luz que precisas está dentro de ti...só tens de a deixar brilhar !! 

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

O propósito da A L E G R I A



É segunda-feira e eu gosto de segundas-feiras mesmo que gélidas. Cheiram-me a recomeço, ainda que eu goste de recomeçar todos os dias. Gosto de encontrar propósitos escritos por aí em tempos perdidos, tempos  para os quais hoje já vou tendo resposta e o propósito da ALEGRIA parece-me ser um bom ponto de partida para um ano que quero pleno. Para aquele que quero que seja o melhor de todos os anos que tenho memória. 

É normal não levar a sério a alegria.
Costumamos pensar nela como risinhos e gargalhadas, ou como ter sorte e acontecer o que queremos, ou então como o estágio antes da bebedeira: “olha para ele, já está alegre!“. Outras vezes pensamos na alegria como uma infantilidade para a qual a nossa vida responsável e adulta não tem tempo. É uma distracção e uma fantasia. É um disparate para os sonhadores e idiotas.

Mas não, a alegria é bem mais que isto. A alegria é muito mais que uma fantasia, que uma distracção ou que uma bebedeira. A alegria é coisa para mudar a nossa vida e das pessoas à nossa volta. É coisa para transformar o nosso trabalho, as nossas amizades, o nosso mundo.
Porque ela é uma coisa demasiado importante… aqui ficam 10 razões para ser levada a sério:

1. A alegria cultiva-se.
Por vezes achamos que vai chegar um dia em que simplesmente vamos acordar mais alegres. Mas as coisas grandes da vida – como a alegria – só chegam com muito trabalho: é preciso cultivar, cuidar, regar, esperar… Se deixarmos crescer ao acaso, fica uma selva. A alegria é algo interior que se cultiva, e depois dá frutos cá fora, de mil formas diferentes.

2. A alegria sofre-se.
É normal ficarmos abatidos e tristes por causa das dificuldades que temos de suportar, mas as pessoas mais alegres não são as que nunca sofreram. Por vezes são precisamente as que mais sofreram. A alegria mostra-nos que o nosso sofrimento não é o centro do mundo. A alegria pode crescer mesmo no meio das piores dificuldades.

3. A alegria decide-se.
É muito tentador deixar a alegria depender da sorte ou azar. Temos sempre um pouco daquela atracção infantil pela vitimização: porquê a mim? Mas caso a alegria dependesse das circunstâncias, estaríamos condenados a estar tristes ou alegres, consoante tivéssemos sorte ou azar. Mas nada disso: as coisas são o que são, e temos apenas que decidir o que fazer com elas. Neste caso, basta tirar a carinha de amúo e viver com alegria.

4. A alegria partilha-se.
Só conseguimos aumentar a nossa alegria, quando a partilhamos com alguém. Quanto mais se partilha, mais ela cresce. As pessoas alegres não só partilham o que têm, como se alegram verdadeiramente com a alegria dos outros. Fazem da festa dos outros a sua festa, e fazem tudo para tornar os outros mais alegres. A verdadeira alegria multiplica-se ao ser partilhada.

5. A alegria é leve.
Há pessoas que se riem muito e são muito tristes, cheias de uma grande falta de paz. Mas também há pessoas que vivem com um maravilhoso sentido de humor e com genuína alegria. É preciso saber rir, com leveza e com verdade: não só com tanta coisa boa que há no mundo, mas também de nós mesmos. Por vezes levamo-nos demasiado a sério. A alegria traz a leveza que falta à nossa vida.

6. A alegria é memória.
Quem vive agradecido, vive mais alegre. Não são precisas inúmeras razões para vivermos com alegria, basta recordar tantas e tantas coisas boas que a nossa vida tem. Saber recordar com gratidão as coisas boas que se recebeu é um grande empurrão para a alegria.

7. A alegria é pequena.
A alegria não precisa de ser uma coisa grandiosa e espalhafatosa. É uma coisa discreta e serena, que se revela nas coisas insignificantes da vida: nos pequenos gestos, nos risos partilhados, nas conquistas silenciosas… A alegria descobre-se ao saborear as coisas pequenas da vida.

8. A alegria é sexy.
As pessoas verdadeiramente alegres atraem. Cativam pela forma como vivem, e parece que têm alguma coisa escondida dentro delas, como se fosse um tesouro que ninguém pode roubar. Esse tesouro magnético e intrigante é a sua alegria. E isso tem o poder não só de nos encantar, como de nos transformar.

9. A alegria é inesgotável.
Por vezes achamos que a nossa alegria vai-se esgotar, à força das dificuldades e desilusões da vida. Às vezes basta uma semana difícil ou uma notícia triste para sentirmos que já não temos alegria em nós. Como se tivéssemos um poço com água que secou. Contudo, encontrando novas razões para a esperança e para a confiança… a alegria permanece inesgotável, como uma nascente que sempre se renova.

10. A alegria é agora.
Muitas vezes achamos que vamos ser realmente alegres quando acontecer uma certa coisa. Deixamos a alegria ficar dependente do trabalho, do noivado, dos filhos. Mas a alegria é demasiado importante para ficar dependente do que pode vir a acontecer no futuro. A alegria não é para ser adiada nem é para depois. A alegria é para agora mesmo.