sábado, 16 de agosto de 2014

Azul

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Com o aniversário do melhor [ pai-avô ] do mundo e arredores se encerram as festividades nesta famila até ao meu dia especial. Sete décadas de um amor imenso. De um pai longe de ser perfeito. De um pai que ficou quando podia ter ido. De um pai que nem sempre soube fazer mas que fez sempre mais e melhor. Do meu pai. Agora de volta ao azul só com as minhas estrelinhas, o tempo vai ser para respirar. Deixar a mente voar. Deixar que o espírito comungue da essência. Sentir. Deixar a alma em equilíbrio. Verificar parâmetros. Encher o caderno de coisas novas. Sonhos. Metas. Perspectivas. Fazer feliz, para ser feliz. Azul. O meu azul.