terça-feira, 26 de janeiro de 2016

A M O R #registosmuitopessoais [ porque isto não é um lifestyle blog ]




Ontem, 25 de Janeiro do ano da graça de 2016 foi dia de tirar conclusões de uma pesquisa feita em mim própria. Numa necessidade de reflexão interior que nem estou bem certa de onde surgiu, tentei saber durante os últimos dias o que sabia eu sobre o AMOR. Auto-analisei cada célula de mim, cada partícula da minha aura, Vagueei entre o real e o etéreo. Entre o vivido e o por viver. Entre o tudo que sei e a consciência do pouco saber e fui tomando notas. Notas que fizeram sorrir a parte do meu coração que sobreviveu [ aquela que regenero todos os dias um pouco mais ], mas notas que também muito me fizeram chorar, lágrimas de catarse estou em crer  [ e não, não tenho vergonha ]. Num exercicio prático das notas tomadas foram surgindo respostas. Das respostas o [ re ] organizar do que fica para trás, da [in] violência, do luto em vida, dos amores... da vida, quase todos para a vida, dos não amores, do tudo e do nada. Das respostas uma única certeza, de todos, o A M O R - próprio é o único vital à existência. É a partir deste saber sentir que podemos fazer a clivagem entre o que merecemos e não merecemos, entre o que queremos e o que não queremos, entre o lugar onde estamos e aquele para onde nos estamos a encaminhar.